Quem sou eu
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- ” Eu sou lúcida na minha loucura, permanente na minha inconstância, inquieta na minha comodidade. Amo mais do que posso, sempre menos do que sou capaz. Quando me entrego, me atiro e quando recuo não volto mais. ” Martha Medeiros
sábado, 25 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Aprendi que uma coisa (mal) dita não tem nada que apague. A palavra proferida é um tiro na alma. Pode matar um sentimento. Pode acabar com o amor de alguém. Pode destruir uma amizade. Pode arruinar uma família. Uma palavra pode valer mais do que mil gestos. Pode machucar mais do que um tapa na cara. Pode separar mais do que a distância. Com palavras, eu magoei muita gente que eu amo. Eu perdi gente que eu amei. Mas foi só quando eu tomei uma surra de palavras na cara que eu aprendi.
Se lembre daquela frase, menina. “Se voltar é nosso, se não voltar, nunca pertenceu..”
— Mas moço, eu tenho medo.
— Medo de quê? De jogar pro céu?
— Medo de que nunca mais volte.
— Ah menina, a gente se acostuma. Já joguei pro céu tantas coisas,.. Uma até me fez bem.
— O que?
— Um dia eu joguei o amor. E pra minha felicidade, nunca mais voltou…
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